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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

TEMPO E ESPIRITUALIDADE!

 O TEMPO!

Lembro-me que ficava fascinado quando via o  seriado "Túnel do Tempo" era passado nos anos 70 na TV brasileira e eu pequeno ficava a imaginar se seria possível? A teoria da relatividade de Einstein em que abordava a questão da velocidade, energia e o tempo eu não conhecia, nem a maioria da população, mas era fascinante imaginar a possibilidade de ver o futuro e o passado!



Será que a viagem no tempo é possível? É possível ver o futuro, vivenciar o passado, mudar o futuro?

"Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia." 2 Pedro 3:8

Para Deus não existe a relação de cronologia de tempo, " um dia como mil anos", ele faz uso do tempo como a sua Soberania aprouver, Ele é Senhor nada o condiciona ou o prende! Tendo esta percepção podemos entender algumas questões:

  1. O Profetismo, tem a missão de denunciar o que acontece e as consequências da desobediência ao Senhor! Também tem a função de mostrar que caso não haja arrependimento, vão acontecer algumas coisas, ou seja o nosso Deus mostra o futuro que não esta fechado, é resultado das ações do presente de um povo, de uma pessoa, de um rei. Ap 2:5- "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres." Um exemplo nesta carta a Igreja em Éfeso, é se não se arrepender acontecerá isto ou aquilo, mas se arrepender, "se alimentará da árvore da vida" (Ap 2:7) . O futuro não está fechado; 
  2. Algumas vezes o Senhor mostra  visualmente aos seus servos o futuro, exemplos temos no livro de Apocalipse e o Apóstolo João preso na ilha de Patmos- ele viu; Ap 4:1-2 -"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer;
    E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono.
  3. É possível de acordo com as Escrituras ser arrebatado em espírito Ez 37 e  Ap 4 e outros textos, é importante ressaltar Ezequiel, pois é antes da vinda do Espírito Santo- que nos capacita hoje cada vez mais a agirmos de acordo com a Sua vontade, pois o temos dentro de nós. Ele se comunica , orienta e ensina os seus servos em todo o conhecimento! (Jo 14:26)
Abordei todos estes pontos para refletirmos sobre o tempo e o homem- se estamos condicionados a ele, vivemos escravo do mesmo, o passado é imutável e o futuro ainda não existe- contudo esta não é a realidade de Deus. O Senhor tudo pode, e muitas vezes mostra aos seus servos, a consequência do pecado - o futuro, caso não haja arrependimento; e se houver arrependimento, o que ganharão, como fruto de suas ações. Podemos ser usados como e quando o nosso Deus quiser, não somos preso ao tempo, mas instrumentos de transformação do tempo.

Marcelo Vale

obs- O primeiro episódio do filme "o Túnel do Tempo" divirtam-se!





quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

FÉ E CIÊNCIA.

NÃO EXISTE ANTAGONISMO ENTRE FÉ E CIÊNCIA!


Gosto muito dos livros de Humberto Eco, pois além de um escritor muito bom, nos faz ver que nem tudo é o que aparenta, característica de um bom semiologista- ciência que estuda os símbolos. Quando li "O Nome da Rosa" fiquei me indagando porque este nome para um texto que abordava a Idade Média, assassinatos e uma biblioteca dentro de um mosteiro. E pesquisando descobri que a rosa era a biblioteca 1 dentro do mosteiro, ou seja, este livro mostra a luta entre uma fé irracional versus o conhecimento. A fé ou religiosidade cega- interessante que a pessoa que se intitula protetora da sã doutrina é cega no livro; não é a fé salvadora, pois esta é tolerante e inabalável. Muitos objetarão que a fé sempre é libertadora e expressão maior do contato que o homem tem com Deus, e discordando vou aos compêndios teológicos que mostram que a fé pode ter várias roupagens:
  1. "Fé histórica:- Expressa a idéia de que esta fé aceita as verdades das Escrituras como uma pessoa poderia aceitar um relato histórico. Esta fé pode ser resultado da tradição, da educação, da opinião pública. Pode ser muito ortodoxa e escriturística, mas não está arraigada no coração. É uma fides humana e não uma fides divina;
  2. Fé miraculosa- "A fé miraculosa , é a persuasão produzida na mente da pessoa de que um milagre será realizado por ela ou em favor dela;
  3. Fé temporal- É chamada de fé temporária porque não se mantem nos dias de provação e perseguição. Os que possuem esta fé , usualmente acreditam que tem a fé verdadeira. Talvez pudéssemos chama-la de fé imaginária, aparentemente genuína, mas de caráter evanescente;
  4. Verdadeira fé salvadora- Tem sua sede no coração e suas raízes na vida regenerada. Esta fé não é primeiramente uma atividade humana, mas produzida por Deus no coração do pecador. "(Teologia Sistemática de Louis Berkhof p 497-499 2)
A fé salvadora é sólida, misericordiosa, inteligente e não irracional e olha para os avanços científicos, não com o radicalismo de demonizar tudo, mas de apreciar e reter o que é bom, nunca negando a verdade ou a ciência. 

A luta entre a irracionalidade que chamavam de fé e o conhecimento humano é tema recorrente seja no livro de Humberto Eco -" O Nome da Rosa", e outros escritos. Em nome da fé mataram-se bruxas , por simplesmente terem uma conduta pessoal ou conhecimento de ervas- fármaco; que a maioria não possuía. Obrigaram o homem a se curvar diante de posições como a Terra centro do Universo, embora muitos cientistas soubessem que o sol é o centro do sistema e o nosso planeta gira em torno dele. 
Fé não é sinônimo de ignorância nem de irracionalidade. Negar descobertas arqueológicas, descobertas do cérebro humano, da física quântica, colocando como fruto do pecado e do mal é agir
como a Igreja na Idade Média- irracional, cruel, manipuladora e mentirosa.

Não devemos ter medo do que já descobrimos e vamos descobrir. A Bíblia continua tendo a Palavra de Deus e vai continuar a transformar vidas e corações, o que vamos ter é uma fé mais lógica em que os homens podem ler, entender, adorando a um Deus que tudo criou, que fez com tanto esmero, amor e que ainda temos muito a descortinar. "Sola fides- credum ut intelegum." A DEUS TODA GLÓRIA!

Marcelo Vale

Coloquei o filme completo "O Nome da Rosa" para quem ainda não o conhece. Vale a pena!




BIBLIOGRAFIA

  1. http://magisterandre.blogspot.com.br/2012/02/resumo-do-livro-o-nome-da-rosa.html - Site que analisa o porquê de chamar o livro: "O Nome da Rosa."
  2. http://www.iglesiareformada.com/BerkhofTeologiaSistematica.pdf - Teologia Sistemática de Louis Berkhof em PDF.
  3. https://www.youtube.com/watch?v=0pkxwsNat4Y- Filme completo "O Nome da Rosa."
  4. https://universobh.files.wordpress.com/2013/01/o-nome-da-rosa.pdf - Livro "O Nome da Rosa" em PDF.
  5. http://www.pucpr.br/arquivosUpload/1237436911336151755.pdf - Sete ensaios realizados pela PUC do Paraná sobre Ciência e Fé, textos acadêmicos muito bons para pesquisas e reflexões.







quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

CULTO NO LAR -IGREJA METODISTA GOIANIA LESTE- 08/02/17

CULTO IGREJA METODISTA GOIANIA LESTE



O DEUS BRASILEIRO É MOLOC QUE DEVORA SEUS FILHOS

O Deus brasileiro é Moloc que devora seus filhos.


LEONARDO BOFF

(imagem não se encontra no texto original)

Diz-se que Deus é brasileiro, não o Deus da ternura dos humildes mas o Moloc dos amonitas que devora seus filhos. Somos um dos países mais desiguais, injustos e violentos do mundo. Teologicamente vivemos numa situação de pecado social e estrutural em contradição com o projeto de Deus. Basta considerar o que ocorreu nos presídios de Manaus, Rondônia e Roraima. É pura barbárie: a fúria decapita, fura os olhos e arranca o coração.
Não há uma violência no Brasil. Estamos assentados sobre estruturas histórico-sociais violentas, vindas do genocídio indígena, do colonialismo humilhante e do escravagismo desumano. Não há como superar estas estruturas sem antes superar esta tradição nefasta.
Como fazê-lo? Esse é um desafio que demanda uma transformação colossal de nossas relações sociais. Será ainda possível ou estamos condenados a sermos um país pária? Vejo ser possível à condição de seguirmos estes dois caminhos, entre outros, elaborados a partir de baixo: a gestação de um povo a partir dos movimentos sociais e a instauração de uma democracia social de base popular.
A gestação de um povo: os que nos colonizaram não vinham para criar uma nação, para fundar uma empresa comercial a fim de enricar rapidamente, tornar-se fidalgos (filhos de algo), regressar a Portugal e desfrutar da riqueza acumulada. Submeteram primeiro os índios e depois introduziram os negros africanos como mão-de-obra escrava. Criou-se aqui uma massa humana dominada pelas elites, humilhada e desprezada até os dias atuais.
Abstraindo das revoltas anteriores, a partir dos anos 30 do século passado houve uma virada histórica. Surgiram os sindicatos e os mais variados movimentos sociais. Em seu seio foram surgindo atores sociais conscientes, críticos, com vontade de modificar a realidade social e de gestar as sementes de uma sociedade mais participativa e democrática.
A articulação dessas associações gerou o movimento popular brasileiro. Ele está fazendo da massa um povo organizado que não existia antes como povo mas que agora está nascendo. Ele obriga a sociedade política e escutá-lo, a negociar, e destarte a diminuir os níveis de violência estrutural.
         A criação de uma democracia social, de base popular: possuímos uma democracia representativa de baixíssima intensidade, cheia de vícios políticos, corrupta com representantes eleitos, em geral, pelas grandes empresas cujos interesses representam.
Mas em contrapartida, como fruto da organização popular já se produziram partidos populares ou segmentos de partidos progressistas e até liberais-burgueses ou tradicionalmente de esquerda que postulam reformas profundas na sociedade e visam a conquistar o poder de Estado, seja municipal, estadual ou federal.
Essa democracia participativa se baseia, fundamentalmente, nestes quatro pés, com os de uma mesa.
  • participação a mais ampla possível de todos, de baixo para cima, de tal sorte que cada um possa se entender como cidadão ativo;
  • igualdade, que resulta dos graus de participação; ela confere ao cidadão mais chances de viver melhor. Em face das desigualdades subsistentes, deve vigorar a solidariedade social;
  • respeito às diferenças de toda ordem; por isso, uma sociedade democrática deve ser pluralista, multiétnica, pluri-religiosa e com vários tipos de propriedade;
  • valorização da subjetividade humana – o ser humano não é apenas um ator social, é uma pessoa, com sua visão de mundo e que cultiva valores de cooperação e solidariedade que humanizam as instituições e as estruturas sociais.
Esta mesa, entretanto, está assentada sobre uma base, sem a qual ela não se sustenta: uma nova relação para com a natureza e para com a Terra, nossa Casa Comum como enfatiza a encíclica ecológica do Papa Francisco. Em outras palavras, esta democracia deverá incorporar o momento ecológico, fundado num outro paradigma. O vigente, centrado no poder e da dominação em função da acumulação ilimitada, encontrou uma fronteira insuperável: os limites da Terra e de seus bens e serviços não renováveis. Uma Terra limitada não suporta um projeto ilimitado de crescimento. Por forçar estes limites, assistimos ao aquecimento global e aos eventos extremos vividos neste ano de 2017 com neves em toda a Europa que não ocorriam há cem anos.
Esta consciência dos limites que cresce mais e mais, nos obriga a pensar num novo paradigma de produção, de consumo e de repartição dos recursos escassos entre os humanos e também com a comunidade de vida ( a flora e a fauna que também são criadas pela Terra e que precisam de seus nutrientes). Aqui entram os valores do cuidado, da corresponsabilidade e da solidariedade de todos com todos, sem os quais o projeto jamais prosperará.
A partir destas premissas podemos pensar na superação de nossas estruturas sociais violentas. O resto é tapeação de mudança para que nada mude.

Leonardo Boff é articulista do JB on line e escritor.
Texto retirado do blog do autor.

BRINCARAM COM O POVO BRASILEIRO!

ESTADO DE BARBÁRIE!


Faço esta postagem extremamente preocupado com o que está acontecendo com o estado do Espírito Santo, pois o que estamos vendo é uma total falta de leis e controle social, pessoas que normalmente teriam um comportamento tranquilo, agora, diante da oportunidade, participando de saques e arrastões! Barbárie! E pela característica do povo brasileiro- mimetismo; existem  condições esta situação se alastrar pelo Brasil, comprometendo a soberania nacional! 

O que aconteceu com o nosso povo para chegarmos a este ponto?! Temos alguns fatores:
  1.  Um dos princípios para se ter uma sociedade é o pacto social, tão estudado pelos pensadores do nosso país, em Hobbes, Locke e Rousseau. Todos eles, independente de como o pacto atuaria, e de que forma, concordavam que o princípio fundamental para existir uma sociedade é o "RESPEITO À VIDA!" Isto não está acontecendo no Brasil há décadas, mata-se mais do que em guerras. São tantos assassinatos que a polícia não tem condições de fazer uma apuração mais consistente, levando a uma sensação de impunidade! 
  2. A falta de estruturas mínimas para uma vida segura e tranquila em sociedade. A população mais pobre- a maioria, pois a mais rica paga por tudo isto- não tem uma saúde mínima, faz exames e morre sem saber o que se tem, não tem uma habitação digna, em que possa guardar a proteger a sua família, as forças de segurança- polícias e guardas municipais; são extremamente truculentas com a população mais pobre onde direitos mínimos não são respeitados- invadem casas, fazem revistas sem autorização judicial e se alguém reclama é agredido e preso; atiram em meio a multidão, se atingir um inocente, foi uma vítima acidental, a famosa bala perdida. O Estado age como Moloc, como descreveu muito bem Leonardo Boff 1- demônio amonita que devorava crianças; que devora os seus filhos! O ESTADO BRASILEIRO DEVORA OS SEUS FILHOS!
  3. Desemprego em massa, a mídia coloca como 12 milhões, acredito que chegamos a 15 ou 17 milhões ou mais de pessoas desempregadas, aumentando a pressão social, já dizia minha avó- "Casa que não tem pão, todos brigam e ninguém tem razão!"
  4. Por termos uma educação informativa 2 e não formadora, Não foi gerado a reprodução simbólica- de valores, de símbolos, de culturas; criando uma população sem pátria, sem amor, sem valores internalizados. Com isto a ética é a de ocasião, onde " a oportunidade faz o ladrão", quando não se tem valores internalizados tudo se pode fazer, e não há culpas nem freios psicológicos, pois não há parâmetros de comparação internos.
  5. A grave crise política do País. Os políticos profissionais, vivem numa ilha da fantasia, tratando de temas que sempre tem interesses políticos ou de capital por trás, o povo é visto como massa de manobra, para legitimar as decisões. Não é um governo do povo, nem para o povo nem pelo povo, o que fala mais alto- por ele não ter esclarecimento político e cultural; é o dinheiro. Um povo escravizado em suas consciências! Com isto roubam, mentem, matam, pelo poder! Quando existe um descompasso entre as necessidades do povo e os seus dirigentes, acontece como na Revolução Francesa, quando diante do Palácio de Versalhes o povo tentava invadir e Maria Antonieta perguntou o que eles queriam, e uma de suas criadas respondeu que queriam pão e ela numa total alienação respondeu: "dê-lhes brioches!" Custou a cabeça da corte Francesa!
Não desejava ser alarmista, mas diante de fatos tão graves como estamos vendo no Espírito Santo, que tem risco de se espalhar pelo país, precisava fazer estas colocações. Contudo, o que fazer?
  • Convocação imediata dos oficiais superiores da Polícia Militar para colocarem as tropas nas ruas e terminarem o aquartelamento sob pena de serem julgados de acordo com o Código Penal Militar: 
Motim. Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:
I – agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la; 
II – recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência; 
III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior; 
IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, o utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito), com aumento de 1/3 (um terço) para os cabeças.
Revolta. Parágrafo único. Se os agentes estavam armados: Pena – reclusão, de 8 (oito) a 20 (vinte) anos, com aumento de 1/3 para os cabeças.

  • Enviar um projeto de Lei do Executivo Estadual acabando com a estabilidade do militares da Polícia Militar. 
  • Convocação dos reservistas do Espírito Santo de 2015 e 2016 para se apresentarem nas unidades que serviram, preparação mínima de 3 dias para se ambientarem as novas atribuições sempre sob a supervisão de um oficial ou sargento.
  • Após aprovada o término da estabilidade de emprego dos militares da PM , exoneração de todos da Polícia Militar, prisão dos oficiais, indiciamento de todos os policiais militares de acordo com o Código Penal Militar.
  • Colocação dos reservistas para patrulhamento das ruas, sempre sob a supervisão de um oficial ou sargento, para coibir o vandalismo e a violência, concomitantemente ter cursos de capacitação.
  • Posteriormente após o término da ameaça iminente, fazer a seleção através do curso que fizerem, só os melhores ficam!
Esta é uma proposta de ação , diante de tanta desfaçatez e crise! A situação do Espírito Santo mostra como está o nosso país, precisamos agir rápido, caso contrário, poderemos ser uma nova Síria!

Marcelo Vale